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medicina esportiva: O PAPEL DO EDUCADOR FÍSICO NA REABILITAÇÃO

Na última década, enquanto o mundo tornou-se globalizado, o trânsito mais intenso, aumento da emissão de poluentes na atmosfera, guerras e corrida tecnológica, tem se observado que o homem sedentário, estressado, submetido a uma carga inaceitável de trabalho tem buscado o esporte, tanto como uma válvula de escape para o estresse do dia-a-dia, quanto para a melhoria da performance cárdio-respiratória e, consequentemente, melhoria de seu desempenho profissional.

Observa-se, no consultório de ortopedia que muitas pessoas, antes taxadas como sedentárias, especialmente aquelas inseridas entre a 5.a e 6.a décadas de vida dejeam voltar a praticar esportes das mais diversas modalidades, muitas vezes de maneira competitiva.

Sem dúvida, estas pessoas depositam altíssimo grau de confiança da figura do profissional de educação física, acreditando em sua onisciência a respeito da prevenção e do tratamento da lesão do aparelho locomotor, como, por exemplo, uma fasceíte plantar, distenção muscular, dores no joelho, dores na coluna vertebral, bursites do ombro e quadril.

Havendo a lesão, há natural procura pelo médico ortopedista, que indica, na grande maioria dos casos uma reabilitação e, após a mesma, o aluno é devolvido ao ambiente esportivo. Quando o resultado deste processo é bom, há melhoria de sintomas e o retorno pleno ao esporte. Porém, quando os sintomas persistem, há invariável quebra na confiança entre o aluno e o instrutor ou personal trainner, sendo este, muitas vezes responsabilizado pelo mau resultado e a conseqüência disso é o afastamento do indivíduo do esporte ou a procura por outro profissional de educação física.

Frente a isso, torna-se quase que indiscutível que o educador físico tem tido importante papel no ciclo da reabilitação da lesão esportiva e que, muitas vezes uma relação impessoal entre o mesmo e os profissionais da área da saúde, com completa falta de comunicação horizontal entre os mesmos é responsável pelo mau resultado.

Uma pesquisa recente realizada pelo meu grupo de medicina esportiva mostra uma certa carência de informações sobre lesões esportivas por parte do educador físico. Perguntas como por que se desenvolve a lesão, por que se opera, o que é feito durante a cirurgia e, principalmente, como deve ser o retorno deste aluno ao esporte, quais as limitações iniciais e qual a faixa de segurança para que o treino não re-lesione o indivíduo.

Cientes que uma reabilitação esportiva não aceita maus resultados e que os mesmos devem-se à simples falta de comunicação entre profissionais do esporte e da área da saúde, criamos um padrão de palestras com linguagem horizontal, objetiva com o intuito de levar ao educador físico não só informações sobre as lesões, mas também para auxiliar a inseri-lo no processo de reabilitação e programar um retorno ao esporte de maneira racional e individualizada.

Acreditamos ser este um grande desafio e temos nos preparado para isso. Fechando-se este ciclo, saímos todos ganhando, mas sem dúvida o maior beneficiado será o aluno.

Pesquisa

Nós da equipe Taktos estamos construindo a proxima palestra sobre dores nas costas e sua relação com exercicios físicos. Para podermos focar mais o assunto, pedimos a gentileza de que o colega educador físico nos ajude respondendo este questionário.
Por gentileza, envie as respostas para contato@taktos.com.br


questionário

 

------------------------------------------------------------------------.: DR aDRIANO LEONARDI , ortopedia e medicina esportiva

.: Ortopedista especialista em artroscopia, cirurgia do Joelho e traumatologia do esporte.

.: Idealizador da equipe TAKTOS de Medicina esportiva

.: www.taktos.com.br

 

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